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MINIMOSTRA FLIP 2019 é realizada com muita competência por Ensino Médio da EPP

30/08/2019

A 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) teve a participação de alunos do Ensino Médio da Escola Pequeno Príncipe, acompanhados do coordenador José Costa Sá Júnior e das professoras Zilma Matos, Sagitta Ramos e Milene  Pereira, no período de 10 a 14 de julho.

O Projeto FLIP EPP prevê o reconto da FLIP pelos alunos participantes, que repassam para os alunos do Ensino Médio, que não foram a Paraty, os trabalhos ali realizados e as suas experiências.

Os alunos do Ensino Médio da Escola Pequeno Príncipe realizaram a MINIMOSTRA FLIP 2019, na manhã de sexta-feira (30/08), com a intenção de trabalhar com a prática vivencial, possibilitando a integração e a aprendizagem das diversas disciplinas.

Logo após a abertura, com o auditório repleto de alunos, professores e convidados (a ex-professora de Redação da EPP, Sílvia Nascimento, o diretor-geral da EPP, Leonardo Lorentz, o coordenador José Costa Sá Júnior e a professora de Redação, Sagitta Ramos), houve a primeira mesa de conversa, com apresentação e comentários do livro que marcou cada convidado.

No segundo momento (Mesa 2, “Os Sertões”), os alunos representaram, dançaram e cantaram, com uma entrega de corpo e de alma surpreendente. Foi um espetáculo fantástico!

As Salas Temáticas “Museu do Amanhã”, “Patrimônio Histórico” (Paraty e Teófilo Otoni), “Flip”, “Feminismo” e “Artistas de Rua” foram abertas à visitação e encantaram a todos que passaram por elas.

Com a ajuda dos professores e da coordenação, os alunos do Ensino Médio envolveram a todos do segmento e realizou um evento com brilhantismo, utilizando comunicação verbal, visual e gestual, inclusive, com utilização de tecnologia, língua inglesa e espanhola, recursos e tendências da comunicação moderna, instigando a emoção dos participantes e dos visitantes.

Foi uma manhã cultural, interativa, de espaços temáticos muito bem elaborados e apresentações impecáveis.

 

A FLIP 2019

Neste ano, a FLIP recebeu 33 convidados de 10 nacionalidades para falar de temas como gênero, raça e território. O autor homenageado na Flip 2019 foi Euclides da Cunha.

Destacaram-se os jovens nomes da literatura africana, como a nigeriana Ayọ̀bámi Adébáyọ̀, que em seu livro de estreia (Fique Comigo) aborda questões como patriarcalismo, poligamia e conflitos relacionados à gravidez, ou o angolano Kalaf Epalanga, fundador do grupo Buraka Sound System, embaixador do kuduru mundo afora e escritor do “romance musical” Também os brancos sabem dançar.

Entre os destaques nacionais, estão Marcela Cananéa, militante do Fórum de Comunidades Tradicionais, que participou de uma mesa com Marcelo D’Salete, quadrinista cujas obras reverenciam a cultura afro-brasileira, e Jarid Arraes, jovem poeta e cordelista cearense, que fala sobre raça, origens e deslocamentos.

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